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Nossa Senhora Dos Mártires de LisboaParóquia dos Mártires

Descrição dos Símbolos Heráldicos do Brasão da Paróquia:

Armas da Paróquia

Escudo de ponta em ogiva, em esmalte azul escuro

O azul está tradicionalmente associado a Nossa Senhora e ao seu manto. Esta opção - o fundo azul – implica, no respeito pela lei heráldica da iluminura, que todas as figuras representadas sobre ele sejam gravadas a ouro ou a prata.

Listel

Branco com a legenda a negro: “Nossa Senhora dos Mártires de Lisboa”.

Figuras

  • Luzeiro
  • Palmas
  • Escudetes
  • Espada de Fogo
  • Basílica

O Luzeiro

Encima o baldaquino de Nossa Senhora dos Mártires e é um elemento decorativo na Basílica. No brasão, o luzeiro, uma estrela em ouro de dezoito raios, é uma alusão à Padroeira, Maria Santíssima, a Estrela da Manhã.

As Palmas

As palmas, uma em ouro e outra em prata, passadas em aspa e figuradas em campanha, são uma alusão aos mártires da Cidade de Lisboa, aqueles que morreram em combate para que Lisboa se tornasse cristã. O título da Padroeira, Nossa Senhora dos Mártires, é em honra destes mártires cujas relíquias se veneram num dos altares laterais da Basílica.

Os Escudetes

A construção desta igreja foi consequência do voto de D. Afonso Henriques a Nossa Senhora, presente na sagrada imagem que traziam consigo os Cruzados ingleses, comandados pelo lendário Guilherme da Longa Espada, que, com outros Cruzados oriundos do norte da Europa, ao nosso primeiro Rei se aliaram na conquista de Lisboa aos mouros. Num gesto de gratidão à Virgem Santíssima pela protecção concedida em tão decisivo combate, a 21 de Novembro de 1147, logo após a conquista de Lisboa, o monarca lança a pedra de fundamento de uma pequena ermida para nela ser venerada a sagrada imagem.

O escudete de formato ogival carregado com uma Cruz vermelha, é uma alusão aos Cruzados que, por razões que têm a ver com a expansão do reinado de Cristo, aceitaram aliança proposta pelo Rei de Portugal, desviando-se da rota que os conduzia à Terra Santa; o outro escudete de igual formato, carregado com escudetes besantados, representa D. Afonso Henriques, que ergueu este templo que tem como Padroeira Nossa Senhora dos Mártires.

A Espada de Fogo

A espada de fogo alude a São Miguel Arcanjo, o príncipe das milícias celestes, o arauto da glória de Deus e defensor da Igreja, protegendo-a dos seus inimigos internos e externos. Presente no brasão da Paróquia, lembra-nos São Miguel Arcanjo, tão venerado em Portugal desde os primórdios da nacionalidade, como o prova a fundação, na igreja dos Mártires, logo em 1183, da Irmandade do Glorioso São Miguel Arcanjo, ainda hoje continuada através da Irmandade de São Miguel e Almas.

Basílica

Basílica é o título dado pela Santa Sé a algumas igrejas pela sua importância pastoral e também monumental. A igreja paroquial dos Mártires é Basílica desde do século XIII, por concessão do Papa Urbano IV. Basílica é também a designação do objecto que serve para representar as igrejas com este título: uma espécie de umbela de maiores dimensões, com o pavilhão em tecido vermelho, e o cabo, geralmente, ricamente trabalhado. No brasão da Paróquia, a dignidade de Basílica concedida à paroquial, é simbolizada pelo cabo da basílica existente, gravado a ouro.

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